INVESTIR PARA CRESCER: PRIMEIROS PASSOS PARA ACUMULAR RIQUEZA

A crise econômica tem tirado o seu sono? Você sabia que é possível proteger e até aumentar seu patrimônio em momentos conturbados? Para isso, é preciso investir!

No entanto, não basta apenas investir dinheiro. Para obter resultados satisfatórios, além disso, você precisa investir em conhecimento de qualidade.

T. Harv Eker, em seu livro Os segredos da mente milionária, recomenda destinar 10% da remuneração líquida apenas para instrução financeira.

Calma, não desanime. Você vai entender que o percentual não precisa ser rígido assim, mas compreenderá a importância de sempre manter-se bem informado(a) financeiramente.

Há ótimos materiais gratuitos disponíveis na internet, que servirão como base fundamental para o seu aprimoramento.

Aqui, no Organize Seu Bolso, você terá acesso à informação de qualidade, pensada e escrita após muito estudo, para que se anime a aprofundar-se mais no assunto.

Acredite no conhecimento, acredite em sua capacidade e prepare-se para se apaixonar por essa área maravilhosa!

Continue a leitura deste primeiro artigo sobre o tema Investir para aprender mais sobre:

  • O porquê de investir;
  • A diferença entre poupar e investir;
  • Investir pouco dinheiro;
  • Aplicações prefixadas e pós-fixadas; e
  • Como calcular a rentabilidade do investimento.

Vamos lá?

 

Por que investir?

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O grande sonho da maioria da população é “ganhar” dinheiro aos montes e não trabalhar muito.

No entanto, a forma padrão para aumentar as receitas consiste em trabalhar mais. Para muitos, essa é a única opção.

Quantas pessoas você conhece que têm dois empregos? Ou que trabalham “por fora” para aumentar a renda da família?

Considerável parte dos indivíduos não consegue sair da chamada “Corrida dos Ratos”. Aliás, muitos sequer sabem que estão nela.

O termo “Corrida dos Ratos” está no livro Pai Rico, Pai Pobre, de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter. Esse livro me ajudou muito a repensar minha própria vida.

Para ler a explicação, que vale muito a pena, clique abaixo:

Clique aqui para ler sobre a Corrida dos Ratos

É uma mudança de paradigma difícil de absorver…

A grande sacada é a conscientização, educação financeira, mudança de hábitos, determinação e persistência.

Minha intenção não é fazer você desistir de seu trabalho, mas apenas mostrar que há outras opções além do caminho convencional, ao qual fomos acostumados desde pequenos.

Independentemente da escolha de qual trilha seguir, a educação financeira é parte comum e fundamental dessa história.

Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo e considerado o maior investidor de todos os tempos, no prefácio à quarta edição do livro O Investidor Inteligente, de Benjamin Graham, diz algo interessante:

Investir com sucesso ao longo de uma vida inteira não requer um quociente de inteligência estratosférico, uma visão empresarial incomum ou informações privilegiadas. Precisa-se de uma estrutura intelectual coerente para tomar decisões e ser capaz de não deixar que as emoções corroam esse arcabouço.” – Warren Buffett

Acredite nesse mito do mercado financeiro e desenvolva sua estrutura intelectual, por meio do conhecimento, a fim de tomar decisões mais acertadas.

Aliado a isso, não deixe para trás o autoconhecimento, pois o conhecimento de si mesmo será de suma importância para controlar as emoções.

Se você sonha com liberdade financeira, aposentadoria confortável e controle de suas finanças, comece a investir já.

Quanto antes começar, mais os juros compostos farão a diferença.

Investir é fazer o dinheiro trabalhar para você.

 

Qual a diferença entre poupar e investir?

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Gosto da forma poética como George S. Clason aborda essa questão no livro O homem mais rico da Babilônia:

Segundo a “primeira regra do ouro”, apresentada no livro:

O ouro vem de bom grado e numa quantidade crescente para todo homem que separa não menos de um décimo de seus ganhos, a fim de criar um fundo para o seu futuro e o de sua própria família. – George S. Clason

Assim, poupar dinheiro significa economizar, gastar com parcimônia, de forma a guardar uma parte dos ganhos.

Segundo a citação acima, em concordância com várias recomendações de educadores financeiros, deve-se separar, no mínimo, 10% da renda para esse fim.

No entanto, com certa frequência, o poupador economiza apenas para adquirir um bem.

Não possui grande preocupação com a rentabilidade – não raro o dinheiro fica guardado em casa, na conta corrente ou na caderneta de  poupança.

Por outro lado, a “segunda regra do ouro” diz:

O ouro trabalha diligente e satisfatoriamente para o homem prudente que, possuindo-o, encontra para ele um emprego lucrativo, multiplicando-o como os flocos de algodão no campo. – George S. Clason

Portanto, investir é aplicar o dinheiro de forma a fazê-lo trabalhar para você.

O investidor deseja ver seu patrimônio crescer, de preferência, com boa rentabilidade.

Poupar é um passo indispensável para começar, mas sem investir será apenas meio caminho andado.

Pôr cada moeda para trabalhar de modo que possa reproduzir-se como algodão nos campos e trazer-lhes lucro, um rio de riqueza fluindo constantemente para dentro de suas bolsas. – George S. Clason

No tópico sobre rentabilidade você vai entender essa lógica.

Antes, leia este artigo do educador financeiro Rafael Seabra, do excelente (e favorito) blog Quero Ficar Rico: Você é poupador, investidor ou apostador?

 

Vale a pena investir pouco dinheiro?

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Fazer um orçamento familiar (ou pessoal) possibilita a conscientização de sua realidade financeira. É um instrumento fundamental para o sucesso financeiro.

Você saberá, por exemplo, quanto é possível separar, por mês, apenas para investir.

Não se importe caso não possa iniciar os investimentos com grandes quantias.

Nesse caso, a mudança de hábitos será o ponto principal dessa estratégia. Foque em manter a disciplina, mês a mês.

Uma frase de T. Harv Eker traduz muito bem esse propósito:

O hábito de administrar o dinheiro é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem.” – T. Harv Eker

Se você leu o artigo sobre orçamento familiar, viu também que é importante, antes mesmo de começar efetivamente a investir, fazer um fundo de emergência.

Na medida em que tiver mais controle de suas finanças, faça o possível para destinar, no mínimo, 10% de sua renda para investir.

Encare isso como uma construção: cada vez que tiver sucesso em destinar algum dinheiro para investir, um tijolinho é adicionado ao seu degrau de crescimento.

As suas escolhas de hoje determinarão o seu futuro. Plante boas sementes para colher frutos saborosos.

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Aplicações prefixadas e pós-fixadas

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Existem diversos tipos de investimentos disponíveis no mercado, mas, neste momento, vou falar apenas de dois grandes grupos dentro da renda fixa.

Este é um artigo para os investidores iniciantes, então vamos dar um passo de cada vez.

Quando você pesquisar sobre as aplicações de renda fixa, vai verificar basicamente dois tipos de investimentos: os prefixados e os pós-fixados.

As aplicações prefixadas são aquelas cujas taxas de contratação são conhecidas no momento da compra.

Exemplo: 12% ao ano (ou 0,949% ao mês – no próximo tópico você aprenderá a fazer essa conta).

Já as aplicações pós-fixadas possuem rentabilidade atrelada a algum índice, como o CDI, Selic e outros. Dessa forma, cada mês terão uma taxa diferente, a depender dos valores desses índices.

Exemplo: 95% do CDI, 110% do CDI.

A rentabilidade final será conhecida apenas no momento do resgate, embora seja possível estimar.

Dentro do grupo dos pós-fixados, acrescentaria, ainda, as aplicações mistas. A rentabilidade é dividida em duas partes: uma prefixada e outra pós-fixada, normalmente indexada ao IPCA, IGPM e outros.

Exemplo: IPCA+7%, IGPM+5%.

Você deve ter pensado: certo, mas qual é a melhor modalidade para investir, então?

Não há uma resposta imutável, pois é necessário sempre verificar o cenário econômico do presente, as projeções futuras, o prazo do investimento, o desconto do imposto de renda, entre outros fatores.

Em períodos de taxa Selic alta, as aplicações atreladas ao CDI e à própria Selic costumam ter bons rendimentos, a depender da porcentagem do índice na taxa da aplicação.

Em outubro de 2015, a rentabilidade bruta do CDI foi de 1,11%. Uma aplicação de 115% do CDI renderia 1,28% no mês, enquanto uma aplicação prefixada de 12% a.a. renderia 0,949%.

Mas se em determinado mês a rentabilidade do CDI for 0,80%, a aplicação de 115% do CDI renderá 0,92%.

Você vai aprender a fazer esses cálculos no tópico a seguir.

No próximo artigo sobre o tema investir você conhecerá as aplicações financeiras mais populares de renda fixa, além de estabelecer critérios na escolha dessas aplicações para sua carteira de investimentos.

 

Como calcular a rentabilidade do investimento?

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Calcular ou entender a rentabilidade de um investimento não é algo intuitivo, principalmente para quem não tem muita afinidade com a matemática.

No entanto, existem algumas ferramentas gratuitas que auxiliam a obter a tão desejada resposta. Para aqueles que gostam de fórmulas, elas também serão apresentadas.

Foi comentado no tópico anterior que em períodos de taxa Selic alta, é possível encontrar títulos de renda fixa com rentabilidades brutas muito boas, acima de 15% ao ano, 120% do CDI ao ano, e outras tantas opções.

O Tesouro Direto também tem proporcionado aos investidores taxas excelentes. E quem tem conhecimento avançado desse tipo de investimento está bastante satisfeito.

Sabe por quê? Porque um conhecimento avançado em Tesouro Direto garante taxas muito maiores que “meros” 15% a.a.



Ainda pretendo escrever sobre o Tesouro Direto, mas de antemão recomendo um curso que fiz (e ainda faço, pois ele é “infinito enquanto dure”) sobre como obter rentabilidades acima da média com os títulos do Tesouro. Valeu cada centavo investido: Curso Carteira RICA – Tesouro Direto.

Mas como saber se uma taxa é boa ou não? Para isso, é preciso ter base de comparação. Neste tópico, será mostrado um conceito de suma importância: a taxa de juros real.

Antes, no entanto, você vai aprender a calcular a rentabilidade mensal e anual de uma aplicação.

Cálculo de rentabilidade mensal e anual

Suponha que você saiba a taxa ao ano de um investimento (12%), mas quer saber quanto ele renderá ao mês.

Imagine, agora, que você sabe a taxa ao mês (0,949%), mas gostaria de saber a taxa anual.

Como proceder? Basta aplicar as fórmulas abaixo.

  • Para cálculo da rentabilidade mensal:

rentabilidade-mensal

  • Para cálculo da rentabilidade anual:

rentabilidade-anualEm que n é o período e i é a taxa.

Não é tão complicado como parece, fique tranquilo(a).

Como calcular, afinal, aqueles 0,949% do tópico anterior?

A fórmula a ser utilizada será a seguinte:

rentabilidade-mensal-exemplo

No caso em questão, a rentabilidade anual é de 12%, o período da aplicação é de 12 meses.

Vamos fazer um passo a passo para facilitar?

  1. Faça a divisão: 12/100;
  2. Some um ao resultado;
  3. Tire a raiz “enésima” (no exemplo, é 12). Clique aqui para ver o botão da calculadora do Windows;
  4. Do resultado, subtraia 1;
  5. Multiplique por 100.

Se o resultado obtido foi 0,949%, você fez certo.

E o contrário?

rentabilidade-anual-exemplo

Já nesse caso, a rentabilidade mensal é de 0,949%, o período da aplicação é de 12 meses.

  • Faça a divisão: 0,949/100;
  • Some um ao resultado;
  • Faça a potenciação (resultado elevado a 12). Clique aqui para ver o botão da calculadora;
  • Do resultado, subtraia 1;
  • Multiplique por 100.

Se achou 12%, você acertou.

Mas no fim das contas você não quer fazer esses cálculos todos, deseja saber apenas o resultado, não foi o que passou pela sua cabeça?

Tudo bem, há um jeito automático, disponibilizado por um dos meus blogs favoritos, o Clube dos Poupadores: Conversor de taxas de juros mensal para anual e Conversor de taxa de juros anual para mensal. Há outros excelentes simuladores no blog, não deixe de verificar.

 

E o Imposto de Renda?

Existem aplicações isentas de IR e outras com incidência regressiva do imposto, conforme a tabela abaixo:

tabela-IR-regressivo

Como calcular a rentabilidade líquida do investimento, ou seja, com desconto do IR?

rentabilidade-desconto-IR

No exemplo anterior, a aplicação rendia 12% a.a., por um período de 12 meses (360 dias). Dessa forma, a rentabilidade líquida seria de 9,60% (faixa de IR = 20%). A rentabilidade líquida mensal seria de 0,77%.

Taxas de juros nominal e real

Ainda há outro fator a ser levado em consideração: o efeito inflacionário sobre a rentabilidade das aplicações financeiras.

Para tal, é importante falar de dois conceitos: taxa de juros nominal e taxa de juros real.

A taxa de juros nominal não desconta a inflação do rendimento líquido da aplicação. Já na taxa de juros real há esse desconto da inflação.

No momento atual, você deve imaginar como é relevante calcular o rendimento real de suas aplicações, visto que a inflação aproxima-se dos dois dígitos.

Dessa forma, ao analisar as aplicações financeiras, não se esqueça de calcular, também, a rentabilidade real do investimento. Para isso, utilize a seguinte fórmula:

formula-taxa-de-juros-real

Um exemplo facilitará o entendimento do impacto da inflação para quem deixou o dinheiro na poupança de janeiro a outubro de 2015 – data base será dia 5.

O acumulado da poupança para o período citado é de 5,93%. Por sua vez, o valor acumulado do IPCA é de 8,53%.

Dessa forma:

taxa-de-juros-real-poupança

Sinal negativo? Isso mesmo. Quem deixou dinheiro na poupança perdeu poder de compra!

Nesse mesmo período, o CDI apresentou rentabilidade de 9,62%.

Assim, um título com taxa de referência de 100% do CDI, isento de imposto de renda, obteve rentabilidade real de 1% no período.

Esses percentuais podem ser obtidos facilmente pela Calculadora do Cidadão, apresentada a seguir. E os cálculos você pode fazer pelo simulador do Clube dos Poupadores: Calcular taxa de juro real.

Percebe agora como é importante conhecer vários tipos de investimentos e entender a rentabilidade de cada um? Por isso, no próximo artigo sobre o tema Investir, abordarei, também, essa questão.

 

Calculadora do Cidadão

A Calculadora do Cidadão é um recurso disponibilizado pelo Banco Central do Brasil. Pode ser utilizada no computador, tablet e celular.

Para cada consulta selecionada há exemplos práticos para explicar como funciona o cálculo.

As opções oferecidas são:

  • Aplicação com depósitos regulares

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Imagem disponível no site do Banco Central do Brasil

Para depósitos mensais de mesmo valor. Dos 4 campos disponíveis, preencha 3 e deixe em branco aquele cujo valor gostaria de saber, de acordo com sua necessidade. Os campos são os seguintes: quantidade de meses, taxa de juros mensal, valor do depósito mensal e valor final.

É muito útil para calcular ou estimar a rentabilidade de aplicações regulares prefixadas ou pós-fixadas, ou até mesmo para estudar a aquisição de um bem.

  • Financiamento com prestações fixas

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Imagem disponível no site do Banco Central do Brasil

Para parcelamento de uma dívida em prestações iguais. Do mesmo modo, você preenche 3 dos 4 campos disponíveis, que são a quantidade de meses, taxa de juros mensal, valor da prestação e valor financiado.

  • Valor futuro de um capital

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Imagem disponível no site do Banco Central do Brasil

Objetiva saber o valor de uma aplicação, em seu vencimento, com uma taxa de juros prefixada. Os campos disponíveis são: quantidade de meses, taxa de juros mensal, valor presente e valor futuro.

  • Correção de valores

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Imagem disponível no site do Banco Central do Brasil

É possível corrigir um valor monetário por vários índices: CDI, IGPM, IPCA, Poupança, Selic, e outros.

Os cálculos apresentados no tópico anterior foram feitos com base nas correções obtidas por essa opção da ferramenta.

  • Cartão de crédito

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Imagem disponível no site do Banco Central do Brasil

Para comparação dos custos de pagar parte da fatura do seu cartão com outros tipos de crédito, tais como: crédito consignado, crédito pessoal, cheque especial e cartão de crédito.

Como pode ver, essa ferramenta possui outras funcionalidades bem úteis. Explore-as!

No caso de investimentos, você utilizará bastante as opções Aplicação com depósitos regulares, Valor futuro de um capital e Correção de Valores.

 

Conclusão

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Este primeiro artigo sobre o tema investir tem como objetivo mostrar a importância dessa ação para a acumulação de riqueza – no sentido amplo da palavra.

Lembre-se de que não se trata apenas de investir dinheiro, mas também investir em conhecimento.

Todos os livros citados são excelentes fontes de sabedoria para esse fim. São livros que comprei, li e pelos quais tenho muito apreço.

No próximo artigo, serão abordados os tipos de investimentos e suas rentabilidades, além de um roteiro completo para iniciantes.

Ninguém mais vai ficar perdido na hora de investir!

A partir de agora você continuará a ser, ou será, uma pessoa gastadora, poupadora ou investidora?

Deixe um comentário abaixo e diga o que achou deste artigo.

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Sua mudança de vida pode começar agora. Invista!

  • antonio

    Mayara, o livro O Homem Mais Rico da Babilônia é leitura indispensável
    para qualquer pessoa que queira ter uma base sólida sobre educação financeira. Artigo
    de altíssimo nível, obrigado por compartilhar informações tão valiosas!

    • Antonio, você tem toda razão. Esse livro é sensacional! Uma abordagem simples, mas muito profunda dos temas de educação financeira. Vale mesmo muito a pena!

  • Raquel Pazzotti Rezende

    Obrigada por compartilhar e explicar muito bem conceitos tão relevantes sobre educação financeira. Esse artigo me ajudou muito!

    • Obrigada, Raquel! Que bom ter sido útil pra você! Fico feliz!

  • Daniel Souza Santos Ribeiro

    Mto bom! Parabéns pela simplicidade na escrita e nos exemplos. O assunto foi abordado de maneira bem fácil de compreender. Abraço.

    • Obrigada, Daniel! Que bom ter conseguido passar a mensagem, pois esse é o grande desafio! Um abraço!

  • Ana Munhoz

    Texto muito bom e completo