COMO SAIR DO ENDIVIDAMENTO EM 5 PASSOS DESCOMPLICADOS

Endividamento é um fantasma que assombra muitos brasileiros diariamente. Às vezes chega de repente, por causa de um imprevisto, outras vezes vem disfarçado de um consumo muito desejado.

O fato é que, em muitos casos, os endividados não conseguem sair dessa situação sozinhos,  seja por falta de educação financeira ou de conhecimento das possibilidades para resolver o problema.

No entanto, essa questão precisa de uma análise mais profunda, pois as dívidas podem virar uma bola de neve e culminar em problemas de saúde muito sérios, além de outras consequências perniciosas.

Neste artigo, o foco será nas dívidas que comprometem o orçamento familiar, principalmente pela falta de planejamento financeiro.

Se você está em situação de endividamento, não sabe como sair desse ciclo e precisa de ajuda, persista na leitura para iniciar a resolução da sua dívida.

Continue a leitura também caso você queira aprender a evitar o endividamento e ter uma vida financeira mais saudável, pois neste artigo você vai saber:

  • Os motivos pelos quais as pessoas se endividam;
  • Tipos de endividamento;
  • Consequências do endividamento;
  • Plano de ação para solução do problema;
  • Como agir para não se endividar mais.

Preparado(a)? Agora é hora de mudar os rumos de suas dívidas!

Por que as pessoas se endividam?

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Crédito da imagem: Freepik.

Nem sempre o endividamento é proposital ou premeditado. Há situações da vida, os chamados imprevistos, que exigem rápidas tomadas de decisão e, muitas vezes, uma boa quantia de dinheiro.

Na maioria dos casos, os valores disponíveis não são capazes de arcar com as despesas, o que leva as pessoas a solicitarem empréstimos de diversos tipos.

Por outro lado, também há o endividamento pelo consumo exagerado, excesso de parcelamento de compras ou para satisfazer um desejo.

É possível ver que a falta de educação financeira está presente em todos os casos, em maior ou menor grau. Por isso, é preciso refletir com mais atenção sobre esses e outros aspectos apresentados abaixo:

  • Viver fora da realidade financeira: há quem ostente uma vida que não pode ter, seja para manter as aparências ou para mostrar uma imagem irreal de si e de sua família. Gastam mais do que recebem e, assim, acumulam dívidas constantemente. Se esse é o seu caso, é preciso dar um basta na ilusão e colocar os pés no chão novamente. Dessa forma, poderá construir uma vida muito melhor. Repense seus hábitos, gastos, anseios e busque o equilíbrio;
  • Satisfação de desejos: não há nada de errado em comprar algo para si, seja um produto ou serviço. A grande dificuldade é encontrar o ponto de equilíbrio entre o prazer/querer e o poder. Quem se endivida para satisfazer seus caprichos não vive plenamente, pois sempre precisa pensar em como pagar a fatura depois;
  • Agradar os outros: presentear as pessoas queridas resulta em contentamento, mas é preciso conhecer o próprio limite financeiro para isso. Não ultrapasse essa barreira. Encontre outras formas de agradar quem você gosta;
  • Necessidades urgentes ou imprevistos: perda do emprego, doença, gravidez não programada, separação conjugal, acidente, etc. são circunstâncias passíveis de ocorrer, mas, normalmente, as pessoas não se previnem para acontecimentos fortuitos. Um bom planejamento financeiro ajuda a minimizar os efeitos dessas situações;
  • Facilidade de crédito: é preciso entender que quanto mais fácil o crédito, pior será para você! Crédito facilitado possui juros altíssimos, o que faz a dívida virar uma bola de neve se não houver o controle devido. Já teve a infelicidade de usar o cheque especial por muito tempo? Ou apenas pagar a fatura mínima do cartão de crédito? Pois é, a dívida cresce de maneira assustadora, os juros podem ultrapassar os 400% ao ano! Além desses, existem também as financeiras que cobram horrores, mas “vendem” para o público que são a salvação para seus problemas. Não caia mais nessa;
  • Excesso de parcelamento: cartão de crédito é um ótimo recurso quando bem utilizado, mas quem não controla o próprio orçamento está propenso a cair na armadilha do parcelamento excessivo. Por isso, é importante registrar tudo para não se perder;
  • Compras por impulso: comprar sem planejamento compromete o orçamento pessoal ou familiar, além de provocar um sentimento de culpa posterior. Pense muito bem antes de comprar para não se arrepender depois;
  • Empréstimo do nome: a intenção sempre é a melhor possível, mas pode custar muito caro se não houver comprometimento da outra pessoa. Emprestar o próprio nome para financiamento de terceiros pode resultar em consequências negativas se o outro não honrar seu compromisso. Por isso, a não ser que tenha plena confiança, não faça isso.

Você deve ter se questionado a respeito da afirmação feita acima: “É possível ver que a falta de educação financeira está presente em todos os casos”. Então ela se aplica até mesmo para as situações imprevistas?

De maneira geral, pode-se dizer que sim. Quem vê importância na educação financeira utiliza um recurso precioso chamado planejamento financeiro, por meio do orçamento familiar.

No artigo sobre orçamento familiar, utilizei uma frase do prof. Elisson de Andrade para exemplificar a questão dos imprevistos:

Planejar é, simplesmente, aceitar as incertezas, de forma a lidar com elas da melhor maneira possível. – Prof. Elisson

Ou seja, quem se planeja adequadamente prevê que imprevistos podem ocorrer a qualquer instante. Portanto, procura se preparar da melhor maneira possível para minimizar os impactos desses eventos.

Uma das formas mais recomendadas pelos educadores financeiros é fazer uma reserva de emergência. Essa reserva deve custear, no mínimo, suas necessidades básicas por 6 meses.

Isso garantiria certa tranquilidade na busca de um novo emprego, por exemplo.

Essa quantia não deve ser investida em aplicações arriscadas ou sem liquidez, pois situações emergenciais não avisam a hora de ocorrer. Por isso, dê preferência às aplicações mais simples, como a caderneta de poupança.

Cuidado para não utilizar esse recurso para outras coisas sob o pretexto do imprevisto. Tenha disciplina para não se complicar depois.

Também não faça essa poupança com pensamentos negativos, como se algo ruim fosse realmente acontecer.

Na verdade, ela será um agente libertador, que trará inúmeros benefícios para você e sua família.

A leitura do artigo deste link vai ajudá-lo(a) a repensar muitos aspectos de sua vida, de forma a refletir sobre seus hábitos e as mudanças necessárias para uma vida mais organizada e equilibrada.

 

 

 Tipos de endividamento

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Não existe uma divisão oficial para nomear os tipos de endividamento. Para facilitar o entendimento, consideremos 3 maneiras simples de encarar essa questão.

  • Endividamento esporádico (passivo): ocorre principalmente por causa de imprevistos, mas de maneira eventual. Ou seja, é temporário e não possui frequência constante. O devedor consegue pagar suas dívidas sem comprometer seu sustento e de sua família, embora, muitas vezes, precise rever os hábitos de consumo para economizar;
  • Endividamento recorrente (ativo): esconde-se, muitas vezes, sob a faceta de imprevistos, mas denota a falta de controle da vida financeira, pois ocorre constantemente e/ou de forma impulsiva. É comum o devedor ficar inadimplente ou precisar utilizar créditos mais caros, como o cheque especial ou crédito rotativo do cartão. Isso pode acarretar em um efeito de dívida sobre dívida e culminar em um superendividamento;
  • Superendividamento: o devedor encontra-se impossibilitado de pagar suas dívidas porque comprometeria a própria subsistência. Em alguns casos, toda renda da pessoa é retida, portanto, não sobra nada, ou quase nada, para as despesas básicas. Para não cair no superendividamento, não deixe que as parcelas dos empréstimos ultrapassem 30% da renda líquida da família.

Atenção: os tribunais, em diversos Estados, oferecem apoio psicológico, acompanhamento da situação financeira e conciliação com os credores. Saiba mais neste link.

Consequências

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Crédito da imagem: Freepik.

Os efeitos colaterais do endividamento não se limitam à esfera financeira. Repercutem para os âmbitos emocional, físico e espiritual das pessoas também. Veja alguns exemplos:

  • Descontrole emocional;
  • Problemas de saúde;
  • Desestruturação familiar;
  • Comprometimento do sustento;
  • Perda de patrimônio;
  • Constrangimento;
  • Restrição de crédito (“nome sujo”).

Essas e tantas outras consequências do endividamento podem ser minimizadas, ou até mesmo evitadas, com a inserção da educação financeira no cotidiano.

Você deve estar cansado(a) dessa situação, não é? Está na hora de acabar com esse sofrimento.

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O que fazer? 

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Crédito da imagem: Freepik.

Se você está endividado(a), deve sentir-se ansioso(a) para resolver essa pendência.

Os caminhos se fecharam e parece não haver luz no fim do túnel, certo?

A boa notícia é que existem, sim, meios de organizar a vida financeira mesmo com dívidas, e ainda quitá-las sem que isso comprometa em demasia o seu orçamento.

Saiba desde já que você, obrigatoriamente, precisará rever TUDO em suas finanças: hábitos, gastos, receitas e, até mesmo, sua mentalidade.

No entanto, será recompensado(a) por esse esforço se agir com determinação e disciplina.

Onde há determinação, o caminho pode ser encontrado. – George S. Clason

Vamos aos passos.

1- Reconhecimento do problema

O primeiro passo para a mudança efetiva é reconhecer que há um problema em curso.

Se não for assim, nenhuma medida para contenção de despesas será efetiva.

A partir dessa aceitação, as tomadas de decisão serão mais conscientes e a transformação, menos dolorosa, pois visará um objetivo benéfico.

Procure ajuda de alguém que possa orientá-lo(a), caso ainda seja difícil encarar os fatos.

Converse com sua família, o diálogo será fundamental para manter a união de forças nesse momento.

Não tenha medo da situação. Quando você colocar em prática todos os passos, verá que adiar a mudança apenas atrasará o fim do tormento.

2- Diagnóstico

O problema foi reconhecido e aceito, você está preparado para domar as dívidas, então agora precisa fazer um diagnóstico completo de cada uma.

Reúna os extratos bancários, de cartão de crédito e verifique as parcelas quitadas e pendentes dos empréstimos que possui.

Faça uma lista e enumere cada dívida, da mais cara para a mais barata. Para simplificar, compare as taxas de juros de cada empréstimo, ou veja quais delas crescem mais rapidamente.

Feita a lista, coloque à frente o valor despendido, por mês, para cada uma. Some e guarde esse valor.

Agora, você precisa fazer seu orçamento familiar a fim de determinar a porcentagem de comprometimento em relação aos rendimentos líquidos.

É importante executar esse procedimento para que você tenha noção do todo e defina as prioridades (próximo passo).

Por exemplo: suponha que suas receitas somem R$ 2.000,00 por mês. Você fez a lista, classificou cada dívida e verificou que paga R$ 800,00 aos credores.

Isso representa 40% de seus rendimentos, que é uma porcentagem elevada. Provavelmente, você enfrenta, ou enfrentará, dificuldades para arcar com as despesas básicas.

3- Priorização e ações imediatas

De posse da lista de dívidas e do orçamento familiar, é hora de fazer algumas escolhas importantes.

  • Mudança de hábitos: antes de tudo, será preciso mudar os hábitos financeiros. Pense nisso como um sacrifício temporário necessário ao seu reequilíbrio. Não se deixe abater pelo desânimo, tenha força e determinação para modificar o comportamento em relação ao dinheiro. A recompensa será a quitação das dívidas e a libertação desse fardo tão pesado;
  • Corte de despesas: verifique tudo que pode ser cortado, principalmente os gastos supérfluos. Para auxiliar, eis algumas indicações:  TV a cabo, telefone fixo, plano pós-pago de celular, saídas noturnas, almoços/jantares em restaurantes, cinema, passeios em shoppings, delivery, etc.;
  • Economia: avalie as contas que podem ser diminuídas (água, energia, mercado, feira, padaria, recarga de celular pré-pago, transporte, etc.) e tome as medidas necessárias para esse fim;
  • Revisão de tarifas bancárias: nem todos se dão conta de quanto dinheiro desperdiçam com taxas e tarifas bancárias, então agora é hora de verificar esse item. Se for o caso, até mudar de banco ou o tipo de conta (há opções sem nenhum tipo de tarifa);
  • Definição das dívidas prioritárias: todas as dívidas serão quitadas, mas há aquelas que aumentam consideravelmente com o passar do tempo, como as do cheque especial ou cartão de crédito. Por isso, todo esforço possível deve ser empregado para pagá-las, além de outras no mesmo estilo, se houver;
  • Elaboração de novo plano para quitação das dívidas: depois de fazer o orçamento familiar e verificar a porcentagem de comprometimento atual de suas dívidas em relação aos seus rendimentos líquidos, você será capaz de avaliar qual o valor máximo disponível para pagamento, por mês, aos credores. Lembre-se de não comprometer mais de 30% de seu orçamento com o pagamento de dívidas. Esse é um valor limite para não entrar em superendividamento, mantenha-se abaixo disso.

4- Renegociação

Nesta etapa, você renegociará as dívidas que, no momento, não cabem em seu bolso, e substituirá as caras por outras mais baratas. Explicarei adiante como proceder.

Ao fazer o orçamento familiar, você apurou o peso das dívidas sobre sua receita líquida. Com isso, pôde ter uma ideia mais clara de quanto deverá cortar e economizar para amenizar o comprometimento de seus ganhos e garantir o pagamento das despesas básicas.

Se mesmo assim o valor a despender continua alto em relação aos gastos básicos, a renegociação de algumas dívidas torna-se indispensável.

Dessa forma, será preciso entrar em contato com os credores. Existem algumas maneiras para tornar isso possível.

No entanto, esteja ciente de que as instituições não são obrigadas a aceitar a renegociação.

É muito importante, para essa ação, que você tenha em mão uma proposta, para que saiba exatamente o seu limite financeiro, de forma a não cair em armadilhas ou aceitar propostas que pouco ajudarão.

  • Limpa Nome Online: para utilizar o serviço, você deve se cadastrar no Serasa Consumidor e clicar na opção “Limpar meu nome”. Dessa forma, terá acesso aos seus débitos com as empresas participantes e poderá negociá-los por e-mail, telefone, chat ou boleto.
  • Acertando Suas Contas: campanha da Boa Vista SCPC cujo objetivo é também propiciar a renegociação de dívidas com os credores. Basta preencher um formulário, verificar as propostas de renegociação disponíveis e pagar o boleto, caso seja vantajoso para você.
  • Bancos: entre em contato com seu gerente para renegociar os prazos e valor das parcelas, de modo a viabilizar a quitação da dívida.
  • Procon: algumas sedes também possuem programas específicos para superendividados. Consulte o Procon de sua cidade e verifique se há essa opção.
  • Empresas: outra saída possível é entrar em contato direto com a empresa a fim de proceder a renegociação. Cuidado para não aceitar propostas abusivas ou que não caberão em seu bolso. Se não houver acordo, tente alguma das opções com orientação pessoal.

As indicações acima são válidas para a maioria das dívidas, mas se o caso envolve cheque especial, cartão de crédito, agiota ou financeiras, a melhor opção é substituir essa dívida cara por outra mais barata.

Para ter uma ideia, veja o simples exemplo abaixo:

Vamos supor que você fez uma série de compras no débito que somaram R$ 1.000,00. Não havia saldo suficiente em sua conta corrente, mas, mesmo  assim, optou pela utilização do cheque especial para não perder a oportunidade. Afinal, em breve entraria mais dinheiro e poderia quitar essa dívida rapidamente. No entanto, um imprevisto ocorreu e você não conseguiu depositar nada a mais durante 6 meses. A dívida de R$ 1.000,00 agora passou a ser de R$ 1.973,82 (juros de 12% a.m). Agora pense num valor maior, apenas para ter noção da bola de neve. Se a dívida fosse de R$ 10.000,00, depois de 6 meses o valor a pagar seria de R$ 19.738,23. Assustador, não é? Uma dívida no cartão de crédito é ainda pior. (Esse foi apenas um exemplo didático, uma simplificação).

Consulte nos links a seguir as taxas de juros de cheque especial, cartão de crédito parcelado e cartão de crédito rotativo das instituições financeiras.

Por isso, a substituição da dívida, nesses casos, é uma medida acertada e prudente.

Veja abaixo algumas opções mais baratas. Consulte as condições completas diretamente nas instituições financeiras.

Analise sempre o Custo Efetivo Total (CET) dos empréstimos para fazer uma comparação mais eficaz e contratar uma nova condição mais benéfica para você. Caso não esteja explícito, solicite à instituição.

Outra opção é a portabilidade de crédito. Caso tenha notado que a instituição X possui crédito mais barato que a Y, você pode tentar essa negociação.

Se você possui familiares que possam ajudá-lo(a) nesse momento, converse abertamente sobre sua situação. Apresente o plano que cabe no seu orçamento e veja se há possibilidade de receber algum auxílio financeiro para quitar as dívidas mais caras.

Esteja preparado(a) para receber uma resposta negativa, afinal de contas, cada um possui suas próprias necessidades e disponibilidades financeiras.

5- Honrar pagamentos

O último passo – e não menos importante – é honrar os pagamentos. Normalmente, após uma renegociação de dívidas, as instituições não aceitam reincidência, portanto, não fique inadimplente.

Mais um forte motivo para você estudar muito bem a sua situação e seguir todos os passos do processo, de forma a não adquirir mais um empréstimo impossível de pagar.

Se conseguiu ajuda de parentes para quitar alguma dívida, honre a dívida com muito mais afinco. Mostre que você apreciou a ajuda que recebeu e fará de tudo para cumprir esse compromisso.

[Um homem] deve pagar suas dívidas com toda a pontualidade de que for capaz, não adquirindo nada que não tenha condições de saldar. – George S. Clason

Como não se endividar mais?

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Crédito da imagem: Freepik.

Depois de tanta dor de cabeça, você não quer mais enfrentar uma situação como essa, não é?

Então, vejamos o que pode ser feito para evitar o endividamento e o superendividamento.

  1. Adquira o hábito de fazer o orçamento familiar;
  2. Não gaste mais do que ganha;
  3. Faça o controle devido de seus gastos, principalmente do parcelamento no cartão de crédito;
  4. Converse com sua família sobre a situação financeira;
  5. Evite o crédito fácil;
  6. Reflita antes de fazer uma compra para não se arrepender depois;
  7. Compare o CET entre diversas instituições antes de fazer um empréstimo;
  8. Exija informações completas antes de assinar qualquer contrato, como taxa de juros mensal e anual;
  9. Não assuma dívidas que ultrapassem seu limite financeiro;
  10. Não assuma dívidas em benefício de outras pessoas;
  11. Faça uma reserva de emergência;
  12. Cuidado com os golpes via internet e telefone;
  13. Invista em sua educação financeira.

Conclusão

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Tenha paciência, determinação e força de vontade para sair da situação incômoda trazida pelo endividamento.

O sucesso desse percurso depende de você e de sua família.

Por isso, diálogo e mudança de hábitos são fundamentais. Todos precisam juntar forças nesse momento delicado.

Se cada um fizer a sua parte para economizar, cortar gastos supérfluos e não assumir novas dívidas, será mais fácil enfrentar o desafio.

A partir de agora, dê atenção especial a sua educação financeira e incentive os seus familiares a seguir o mesmo caminho.

Nesse sentido, tenho 4 recomendações especiais para você:

Assim, o sétimo e último remédio para a falta de dinheiro é cultivar suas próprias aptidões, estudar e somar conhecimentos, tornar-se mais habilidoso e agir sempre respeitando a si mesmo. – George S. Clason

 

Deixe um comentário abaixo se estiver em situação de endividamento ou se conseguiu colocar as dívidas nos eixos. Sente-se mais animado(a) para retomar as rédeas de suas finanças?

Uma amiga enviou um depoimento para compartilhar o alívio de sair da bola de neve do cheque especial, confira!

Tive que tomar um susto do monstro do cheque especial e acordar pra minha realidade financeira. Tive que primeiro pedir ajuda, um auxílio financeiro, e recorri aos parentes pra me ajudar. Saldei a bola de neve do cheque especial, por meio de renegociação da dívida, e quitei um dos empréstimos com outro banco. É preciso se reeducar financeiramente. Aprender a economizar, a comprar o mais barato e vantajoso e não cair nas tentações do consumismo. Hoje respiro mais aliviada e durmo mais tranquila, sabendo que não quero mais viver o que passei. Vida nova! – L. F.

 

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